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Complexos Eólicos


Como integradora de sistemas de automação, a Spin já participou da implantação de vários complexos eólicos, utilizando aerogeradores de diferentes fabricantes. Um complexo eólico é composto de vários parques, cada um com vários circuitos que recebem energia dos aerogeradores, entregando-a em uma subestação de transmissão. Além do controle supervisivo da subestação do parque e do bay da subestação da transmissora, são adquiridos dados dos aerogeradores e da estações meteorológicas.

O sistema que faz a gestão de um parque eólico deve se comunicar com o ONS, atendendo, inclusive, os procedimentos de rede submódulo 2.7.

A Spin participou na implementação do complexo eólico de Osório, da Enerfin, que hoje gera 300 MW por meio de vários parques eólicos e também da implantação dos parques de Taíba, Icaraí e Amontada, da Queiroz Galvão Energias Renováveis. Juntos eles têm capacidade de gerar 197,4 MW.

Com a experiência adquirida, a Spin desenvolveu no ActionₒNET uma biblioteca de objetos associados a este tipo de aplicação, assim como templates associados a diferentes tipos de aerogeradores.

Parque_eolico_menor

Contar com uma empresa que já automatizou vários complexos eólicos reduz custos e garante o sucesso do empreendimento. Seja pela biblioteca de objetos orientados à aplicação, seja por saber o que fazer, quanto tempo em média é necessário, quantos e quais pontos de E/S são substantivos, que pontos o ONS solicita e como deve ser esta comunicação, quais os protocolos utilizados, quais os templates dos aerogeradores, das estações meteorológicas, etc.

Contar com experiência e eficiência é garantir o resultado.

Em cada subestação existem dois softwares SCADA ActionₒNET, operando em hot-standby, que adquirem informações dos relés das subestações por meio do protocolo IEC61850 e dos aerogeradores através de concentradores dos fabricantes, utilizando os protocolos Modbus-TCP/IP e OPC. O SCADA da subestação funciona como um gateway servindo todos os dados lidos em IEC-60870-5-104 para o Centro de Operação Integrado (COI), que, além dos dados dos parques eólicos, também concentra dados de usinas hidrelétricas.

A figura abaixo mostra a arquitetura de cada parque eólico e sua conexão com o Centro de Operação Integrado. No COI, os operadores utilizam três postos de trabalho, cada um com três monitores de vídeo e disponibiliza também imagens para computadores da empresa, em São Paulo e para tablets e smartphones autorizados.

COI_Eólicas

A Spin, em 2007, participou da implantação do Centro de Operação dos Parques Eólicos de Osório, da empresa Enerfin, utilizando aerogeradores Wobben e relés Schweitzer e ABB, com os protocolos DNP3.0, Modbus e OPC.

Após a implantação, foram feitas obras de ampliação dos parques e, por meio de licitações, outras empresas com outros supervisórios foram contratadas para participar da automação dos novos parques.

Em 2013 e 2014, a Spin foi contratada diretamente para fazer alterações e ampliações no sistema. Nestes novos serviços, o cliente citou que os serviços e software fornecidos pela Spin eram melhores que os da concorrência, motivo da contratação direta.

O Centro de Operação do Complexo de Osório é composto dos parques de Osório, Osório2, Sangradouro, Sangradouro2, Índios e Índios2. Ao todo são cerca de 125 aerogeradores. O SCADA do COS, por meio de 32 canais de E/S, comunica-se com todos os parques e concentradores de aerogeradores.

Enerfin_T1

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