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Complexos Eólicos


Como integradora de sistemas de automação, a Spin já participou da implantação de vários complexos eólicos, utilizando aerogeradores de diferentes fabricantes. Um complexo eólico é composto de vários parques, cada um com vários circuitos que recebem energia dos aerogeradores, entregando-a em uma subestação de transmissão. Além do controle supervisivo da subestação do parque e dos vãos coletores de energia, são também adquiridos dados dos aerogeradores e das torres meteorológicas.

O sistema que faz a gestão de um parque eólico deve se comunicar com o ONS, atendendo, inclusive, os procedimentos de rede submódulo 2.7.

A Spin participou na implementação do complexo eólico de Osório, da Enerfin, que hoje gera 318 MW por meio de vários parques eólicos e também da implantação de cinco complexos eólicos da QGE (Taíba, Icaraí, Amontada, Caldeirão e Riachão) que juntos geram 712 MW.

Com a experiência adquirida, utilizando a metodologia designada Lean Automation, a Spin desenvolveu um componente, designado Wind Power, que gera parques eólicos em tempo recorde, minimizando custos e garantindo a qualidade da solução. Mais recentemente, ainda para parques eólicos, foi desenvolvido um segundo componente que faz a gestão da disponibilidade dos ativos elétricos.

Parque_eolico_menor

Contar com uma empresa que já automatizou vários complexos eólicos reduz custos e garante o sucesso do empreendimento. Seja pela biblioteca de objetos orientados à aplicação, seja por saber o que fazer, quanto tempo em média é necessário, quantos e quais pontos de E/S são substantivos, que pontos o ONS solicita e como deve ser esta comunicação, quais os protocolos utilizados, quais os templates dos aerogeradores, das estações meteorológicas, etc.

Essa experiência foi compilada através de componentes de software que geram fazendas de vento em poucas horas, com todos os dados substantivos de uma aplicação.

Contar com experiência e eficiência é garantir o resultado.

No caso da aplicação da QGE, a Spin além de automatizar seus cinco complexos eólicos e quatro usinas hidrelétricas, fez também seu centro de controle, localizado em Fortaleza, que opera remotamente os nove sítios, localizados em diversos estados do Brasil. Neste caso, os nove sítios estão desatendidos, sendo operados remotamente, a partir do COI (Centro de Operação Integrado).

Abaixo é mostrado um desenho esquemático da arquitetura do sistema.

A Spin, em 2007, participou da implantação do Centro de Operação dos Parques Eólicos de Osório, da empresa Enerfin, utilizando aerogeradores Wobben e relés Schweitzer e ABB, com os protocolos DNP3.0, Modbus e OPC.

Após a implantação, foram feitas obras de ampliação dos parques e, por meio de licitações, outras empresas com outros supervisórios foram contratadas para participar da automação dos novos parques.

Em 2013 e 2014, a Spin foi contratada diretamente para fazer alterações e ampliações no sistema. Nestes novos serviços, o cliente citou que os serviços e software fornecidos pela Spin eram melhores que os da concorrência, motivo da contratação direta.

O Centro de Operação do Complexo de Osório é composto dos parques de Osório, Osório2, Sangradouro, Sangradouro2, Índios e Índios2. Ao todo são cerca de 125 aerogeradores. O SCADA do COS, por meio de 32 canais de E/S, comunica-se com todos os parques e concentradores de aerogeradores.

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